Usar o poder para praticar vingança cria um caminho cheio de surpresas desagradáveis, pois sempre haverá terceiros afetados.
“Assim que se firmou no poder, Amazias mandou matar os oficiais que haviam assassinado o seu pai, o rei.” (2 Reis 14.5)
A passagem mostra que Joás foi paciente em esperar seu fortalecimento como monarca para depois aplicar a justiça sobre os traidores que mataram seu pai.
O perigo da vingança é estagnar a vida social na comunidade de quem a busca, ou seja, ela passa a ser o único motivo para viver.
Não se preocupe com o poder humano porque ele é passageiro, mas curve-se diante do poder soberano de Deus.



